O que nos move
Não acreditamos em conexões vazias. O mundo já tem ruído demais. Buscamos o que é real. Buscamos o que permanece.
Não acreditamos em conexões vazias. O mundo já tem ruído demais. Buscamos o que é real. Buscamos o que permanece.
O caráter é nosso ponto de partida. Valores não são negociáveis. Identidade não se molda pelas aparências. A integridade é a nossa bússola diária.
Sozinhos somos ideias soltas. Juntos, somos um ecossistema vivo. Criamos laços profundos, compromissos verdadeiros e conexões com propósito.
Éthos Nexum é a nossa assinatura: um ponto de encontro entre quem somos e o que fazemos, para transformar o presente e deixar um legado.
Conexão · Consciência · Essência
Um nexo entre aquilo que somos, o que sentimos e o que podemos nos tornar.
O vínculo que expande a consciência.
Música · Consciência · Reflexão
Mais do que um livro, um convite à consciência. Uma jornada por 111 canções que marcaram gerações e que aqui se tornam pontes para reflexões profundas sobre a vida, os relacionamentos, as escolhas, o tempo, a dor, o amor e o propósito.
Cada reflexão nasce do encontro entre música, filosofia, psicanálise e experiência humana, mostrando como a arte pode ser um espelho da alma e um caminho para o autoconhecimento.
Depois deste livro, talvez você nunca mais ouça as mesmas músicas da mesma maneira. Não porque elas mudaram. Mas porque você mudou.
“Desfrutam melhor a abundância aqueles que menos dependem dela.”
Epicuro
Escolha sua forma de leitura
Uma reflexão do livro
Quando a força se rende ao amor
Vivemos em uma época que confunde poder com domínio, razão com arrogância e liberdade com indiferença. Monte Castelo, da Legião Urbana, faz o caminho inverso: lembra que todo conhecimento, toda conquista e toda convicção perdem o sentido quando o amor deixa de ser o centro.
Ao unir o capítulo 13 da Primeira Carta aos Coríntios com o soneto de Camões, Renato Russo cria um diálogo entre duas verdades antigas: amar não é sentir apenas; é uma forma de existir. O amor verdadeiro exige coragem para abandonar o ego, reconhecer limites e enxergar o outro como um fim, nunca como um instrumento.
Na perspectiva do Éthos Nexum, essa música não fala de romantismo, mas de consciência. Ela confronta o narcisismo moderno, em que muitos desejam ser admirados, mas poucos estão dispostos a amar. O amor, nesse sentido, não é fraqueza: é a capacidade de permanecer humano em um mundo que recompensa máscaras.
Talvez a pergunta que Monte Castelo nos faça seja simples e incômoda: de que adianta vencer todas as batalhas externas, se perdemos a única capaz de dar sentido à existência — a batalha contra o próprio ego?
Para cada canção, uma reflexão.
Para cada reflexão, um novo olhar sobre si mesmo e sobre o mundo.
Novo livro Éthos Nexum
Quando a pergunta se torna mais importante que a certeza
E se muitas das certezas que sustentam a sua vida nunca tivessem sido realmente escolhidas por você?
Em O Que Aprendemos a Acreditar, Robson Félix reúne 26 reflexões sobre identidade, medo, controle, relações, máscaras, ilusões, finitude e escolhas.
Este não é um livro de respostas prontas. É um convite a questionar aquilo que aprendemos a considerar verdade e investigar o que, de fato, escolhemos acreditar.
“Talvez você termine este livro com menos respostas. E mais consciência sobre as perguntas que escolheu carregar.”
Este livro não nasceu de alguém que encontrou respostas. Nasceu de alguém que começou a desconfiar das perguntas que nunca havia feito.
Durante muito tempo, aprendemos a acreditar antes mesmo de aprender a questionar. Recebemos nomes, valores, modelos de sucesso, ideias sobre amor, trabalho, família, felicidade, medo, certo e errado. Algumas dessas coisas nos protegeram. Outras nos deram direção. Mas algumas talvez tenham feito algo mais silencioso: ensinaram-nos a confundir aquilo que aprendemos com aquilo que escolhemos.
É possível passar muitos anos defendendo convicções que nunca foram verdadeiramente examinadas. Repetimos frases porque ouvimos frases. Desejamos porque aprendemos o que deveria ser desejável. Tememos porque alguém nos ensinou o que deveria ser temido. Procuramos aprovação e, sem perceber, começamos a chamar de identidade aquilo que talvez seja apenas adaptação.
Então surge uma pergunta que pode ser mais perturbadora do que parece: quanto de quem você é foi realmente escolhido por você?
Talvez esta seja a pergunta que abriu este livro. Não escrevi estas páginas para oferecer uma nova certeza no lugar das antigas. Seria contraditório. Se o problema está na dependência de certezas prontas, trocar uma certeza por outra apenas mudaria o nome da prisão.
Éthos Nexum nasce justamente desse desconforto. Aqui, uma reflexão pode não terminar onde você esperava. Uma ideia pode parecer convincente hoje e insuficiente amanhã. Uma resposta pode abrir uma pergunta ainda maior. E talvez isso seja necessário.
Afinal, pensar não é apenas acumular respostas; às vezes é ter coragem de permanecer diante daquilo que ainda não conseguimos resolver.
As vinte e seis reflexões que compõem este livro atravessam identidade, controle, medo, relações, máscaras, sombra, mentira, ilusão, finitude, consumo, niilismo e escolha. Mas, por baixo de todas elas, existe uma mesma inquietação: o que acontece quando começamos a perceber que parte da realidade que defendemos foi construída sobre coisas que nunca examinamos profundamente?
Talvez o outro seja também um espelho. Talvez aquilo que chamamos de amor esconda expectativas. Talvez o controle seja uma tentativa de negociar com o medo. Talvez algumas máscaras tenham se tornado tão familiares que já não sabemos onde termina o personagem e começa a pessoa. E talvez, depois que uma ilusão perde o poder, não exista imediatamente uma nova verdade esperando para ocupar seu lugar. Existe apenas espaço. E é nesse espaço que a pergunta pode nascer.
Por isso, este não é um livro para ser lido apenas em busca de concordância. Você pode discordar de algumas páginas. Pode sentir resistência. Pode reconhecer algo em si que preferiria não reconhecer. Pode considerar uma reflexão exagerada, incompleta ou até injusta. Tudo isso faz parte.
O objetivo não é convencer você de que o autor está certo. O objetivo é interromper, por alguns instantes, a velocidade com que costumamos aceitar aquilo que pensamos.
Talvez uma reflexão cumpra sua função justamente quando deixa de produzir conforto e começa a produzir consciência.
Não procure uma doutrina nestas páginas. Procure atritos. Não procure uma resposta definitiva. Observe as perguntas que permanecem depois dela.
Porque existe uma diferença profunda entre alguém que acredita porque encontrou uma resposta e alguém que acredita depois de ter colocado sua própria crença diante da dúvida. O primeiro protege uma certeza. O segundo começa a compreender o que significa escolher.
Talvez amadurecer intelectualmente não seja substituir todas as nossas certezas por novas certezas. Talvez seja aprender a segurá-las com menos arrogância.
Talvez despertar não seja descobrir finalmente quem somos. Talvez seja perceber quantas versões de nós mesmos foram construídas para que não precisássemos descobrir.
Este livro começa aí. Não com uma resposta. Com uma pergunta. E, depois dela, outra. E outra. Até que aquilo que parecia absolutamente certo já não consiga permanecer intacto.
A pergunta que permanece é simples — embora talvez nunca seja fácil: Se ninguém tivesse ensinado você a acreditar em nada, o que ainda escolheria acreditar?
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Obra de origem · Universo Éthos Nexum
Da inquietação ao universo
Antes de existir um universo, existe uma pergunta.
Éthos Nexum — A Gênese é a obra que percorre o nascimento de uma ideia, de uma linguagem e de um projeto construído a partir da inquietação diante daquilo que parece pronto demais para ser questionado.
O livro reúne reflexões sobre as origens do Éthos Nexum, as perguntas que deram forma ao projeto e o movimento de transformar inquietação em criação. Mais do que apresentar uma história, a obra convida o leitor a acompanhar o processo pelo qual perguntas, ideias e experiências começam a se conectar.
Aqui, o Éthos não é apenas aquilo que somos. O Nexum é aquilo que conecta. Entre ambos surge um espaço de pensamento: um lugar onde a dúvida não é um problema a ser eliminado, mas uma possibilidade de consciência.
“Mais que respostas, uma linguagem para novas perguntas.”
Se você acredita que perguntas também podem transformar, sua contribuição ajuda essa pergunta a continuar.
O acesso à obra acontece por meio de uma contribuição simbólica. Escolha o valor que deseja oferecer. Cada contribuição ajuda a manter o projeto vivo e possibilita a criação de novas reflexões, livros, imagens e experiências.
Acesso por contribuição
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Favorecido: Robson Félix
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A pergunta continua.
Novo livro Éthos Nexum
Uma leitura filosófica e existencial de 1 Coríntios
E se uma carta escrita há quase dois mil anos ainda pudesse fazer perguntas incômodas sobre quem somos hoje?
Em Paulo para além da religião, Robson Félix revisita 1 Coríntios colocando as inquietações de Paulo em diálogo com a filosofia, a psicanálise e os dilemas da existência contemporânea. Ego, pertencimento, desejo, liberdade, corpo, relacionamentos, amor, comunicação, finitude e sentido atravessam uma leitura que não pretende converter o leitor, mas convidá-lo a pensar.
Uma obra para religiosos, não religiosos e, sobretudo, para quem ainda acredita no poder de uma boa pergunta.
“Dois mil anos depois, talvez as respostas tenham mudado. As perguntas, nem tanto.”
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Novo livro Éthos Nexum
Reflexões, questionamentos e novos olhares
E se a Bíblia for mais simbólica do que aprendemos a ler?
Uma leitura filosófica, histórica e existencial que revisita narrativas bíblicas conhecidas para perguntar o que elas ainda podem revelar sobre nós, nossas escolhas, contradições, medos, desejos e a maneira como buscamos sentido.
Esta pergunta está no centro deste livro.
Mas ela não pretende oferecer uma resposta definitiva. Ao contrário: pretende abrir um espaço para que outras perguntas possam surgir.
A Bíblia atravessa séculos, culturas e gerações. Para milhões de pessoas, é Escritura Sagrada; para outras, um documento histórico, cultural e literário; para algumas, uma fonte de conflitos e contradições; para outras, uma presença que continua produzindo sentido.
Independentemente da forma como cada pessoa se relaciona com ela, existe algo difícil de negar: as narrativas bíblicas continuam falando sobre questões profundamente humanas.
Medo. Desejo. Culpa. Poder. Inveja. Amor. Sofrimento. Perdão. Morte. Esperança. Liberdade. Fé. Dúvida.
É justamente nesse território que este livro procura caminhar.
Não para substituir uma leitura religiosa por outra.
Não para provar que a Bíblia está certa ou errada.
Não para transformar símbolos em novas certezas.
Mas para perguntar o que pode acontecer quando voltamos às histórias conhecidas e permitimos que elas nos façam novas perguntas.
Ao longo destas páginas, personagens e narrativas familiares são revisitados a partir de uma perspectiva filosófica, histórica e existencial.
Adão e Eva podem nos levar a pensar sobre consciência, desejo e responsabilidade.
Caim e Abel podem revelar questões relacionadas à comparação, ao outro e àquilo que o outro desperta em nós.
Noé pode nos fazer perguntar o que precisa terminar para que alguma coisa possa recomeçar.
Babel pode nos confrontar com nossa necessidade de alcançar, controlar e ultrapassar limites.
Jó nos coloca diante de uma das perguntas mais difíceis da existência: o que fazemos quando o sofrimento não oferece uma explicação satisfatória?
E, quando chegamos a Jesus, a proposta continua: talvez suas parábolas não sejam apenas histórias sobre outras pessoas, mas espelhos nos quais somos convidados a reconhecer alguma coisa de nós mesmos.
O livro percorre ainda temas como perdão, amor, culpa, dinheiro, verdade, responsabilidade, morte, ressurreição, fé, dúvida, oração, milagres, silêncio de Deus e a própria necessidade humana de defender aquilo em que acredita.
Em cada capítulo, a pergunta não pretende encerrar o assunto.
Pretende mantê-lo vivo.
Porque talvez exista uma diferença fundamental entre buscar uma resposta e buscar compreensão.
A resposta pode encerrar uma conversa. A pergunta certa pode transformá-la.
Este livro também parte de uma convicção: questionar não é necessariamente abandonar a fé.
Às vezes, questionar é justamente a maneira encontrada pela consciência para descobrir se aquilo que acreditamos realmente nos pertence ou se apenas herdamos uma certeza que nunca tivemos coragem de examinar.
Por isso, estas páginas não exigem que o leitor abandone suas convicções.
Traga-as consigo.
Traga sua fé. Traga suas dúvidas. Traga suas experiências.
Traga aquilo que aprendeu desde criança.
Traga também aquilo que já deixou de acreditar.
Porque é justamente quando colocamos nossas certezas diante das perguntas que podemos descobrir se elas são suficientemente fortes para permanecer de pé.
Sobre a Bíblia é, portanto, menos uma tentativa de explicar a Bíblia e mais um convite para experimentar outra maneira de lê-la.
Uma leitura que não elimina o mistério.
Uma leitura que não transforma toda dúvida em ameaça.
Uma leitura que reconhece que símbolos podem continuar produzindo sentidos muito depois de terem sido escritos.
E, principalmente, uma leitura que pergunta se algumas dessas histórias antigas ainda têm algo a dizer sobre quem somos hoje.
Talvez você termine este livro concordando com algumas ideias.
Talvez discorde de muitas delas.
Talvez algumas perguntas o incomodem.
Talvez outras o acompanhem por muito tempo.
E tudo bem.
“Este livro não foi escrito para convencer você. Foi escrito para provocar você a pensar.”
Uma última pergunta antes de começar:
Se você procura neste livro alguém que lhe diga no que acreditar, talvez seja melhor fechá-lo agora.
Mas, se estiver disposto a descobrir que algumas das suas certezas podem sobreviver às perguntas — e outras talvez não —, então talvez este livro tenha sido escrito para você.
Entre.
Mas entre sem deixar suas certezas na porta.
Traga-as consigo.
“É justamente nelas que começaremos a perguntar.”
ÉTHOS NEXUM — Ideias que conectam.
Porque perguntar também é uma forma de fé.
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Novo livro Éthos Nexum
Uma leitura filosófica e existencial sobre ação, desejo, consciência e existência
O que acontece dentro de nós quando precisamos escolher, mesmo sem ter certeza?
Em Bhagavad Gita — O Conflito Antes da Batalha, Robson Félix propõe uma leitura filosófica e existencial do antigo diálogo entre Arjuna e Krishna, aproximando seus dilemas das inquietações da vida contemporânea.
Uma reflexão sobre dever e desejo, ação e hesitação, medo e responsabilidade — e sobre a batalha interior que antecede cada escolha.
“Toda batalha exterior começa, antes, dentro de nós.”
Bhagavad Gita — O Conflito Antes da Batalha é um convite a olhar para a Bhagavad Gita não apenas como um texto espiritual milenar, mas como uma profunda reflexão sobre a condição humana.
Às vésperas de uma batalha, Arjuna se vê paralisado diante da necessidade de escolher. O conflito que acontece diante de seus olhos rapidamente se transforma em um conflito interior: entre dever e desejo, ação e hesitação, medo e responsabilidade.
A partir desse diálogo entre Arjuna e Krishna, Robson Félix propõe uma leitura filosófica e existencial dos 18 capítulos da Gita, explorando questões que continuam presentes na vida contemporânea: quem somos, o que desejamos, por que agimos, o que nos aprisiona, o que significa ser livre e como escolher quando não existe certeza absoluta.
A obra percorre temas como ação, desapego, conhecimento, meditação, consciência, identidade, fé, finitude, liberdade e sentido, aproximando a sabedoria da Gita das inquietações da existência cotidiana.
Sem buscar impor uma interpretação religiosa ou oferecer respostas prontas, este livro transforma o antigo diálogo em um espaço de questionamento. O leitor pode acreditar, duvidar ou simplesmente permanecer curioso. Em qualquer desses caminhos, a reflexão continua possível.
Porque talvez a batalha mais importante não seja aquela que acontece diante de nós, mas aquela que acontece dentro de nós antes de cada escolha.
Um livro sobre a Bhagavad Gita.
Mas, sobretudo, um livro sobre aquilo que a Gita pode revelar quando começamos a olhar para nós mesmos.
“Toda batalha exterior começa, antes, dentro de nós.”
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Novo livro Éthos Nexum
Entre o Desejo e a Consciência
E se aquilo que desejamos também pudesse nos ensinar quem somos?
Os Mitos de Aphrothena nasce no universo Éthos Nexum como uma jornada simbólica entre desejo, amor, liberdade, poder, escolha e consciência. Aphrothena — criação que reúne, simbolicamente, as forças de Afrodite e Atena/Minerva — não chega para oferecer respostas, mas para fazer perguntas.
Em narrativas que atravessam o íntimo e o humano, a deusa encontra personagens confrontados por aquilo que desejam, temem, amam e tentam controlar. Cada encontro se transforma em um espelho: aquilo que procuramos no outro pode revelar aquilo que ainda não compreendemos em nós.
“Porque nenhum desejo precisa ser obedecido antes de ser compreendido.”
Há personagens que nascem de uma história. Aphrothena nasceu de uma pergunta.
O nome reúne, simbolicamente, duas forças que a tradição mitológica costuma separar: Afrodite, associada ao desejo, à beleza, ao amor e à atração; e Atena/Minerva, associada à inteligência, à estratégia, à autonomia e à consciência.
Mas Aphrothena não pretende ser uma reconstrução da mitologia grega. Ela é uma criação simbólica do universo Éthos Nexum. Ela nasce justamente no intervalo entre duas forças: aquilo que sentimos e aquilo que fazemos com o que sentimos.
Porque desejar não é compreender o desejo. Amar não é necessariamente saber amar. Ser livre não significa necessariamente não precisar de ninguém. E possuir aquilo que queremos nunca foi garantia de que encontraremos aquilo que realmente procurávamos.
Por isso, Aphrothena não oferece respostas prontas. Ela pergunta.
Pergunta ao homem que confunde amor com posse.
À mulher que confunde independência com distância.
Àquele que teme ser amado.
Àquele que precisa ser lembrado.
Àquele que quer ser escolhido.
Àquele que não consegue dizer não.
Àquele que sente saudade e não sabe se deve voltar.
Mas, pouco a pouco, suas perguntas também retornam para ela. E é nesse movimento que a deusa deixa de ser apenas aquela que questiona os mortais e passa a ser também aquela que precisa olhar para si mesma.
Este livro não pretende ensinar o leitor a viver. Não oferece uma filosofia fechada, uma moral definitiva ou uma fórmula para o amor, para a liberdade ou para a existência.
Se há alguma proposta nestas páginas, é mais simples — e talvez mais incômoda:
olhar.
Olhar para o desejo antes de transformá-lo em ação.
Olhar para o medo antes de transformá-lo em controle.
Olhar para o amor antes de transformá-lo em posse.
Olhar para a liberdade antes de transformá-la em fuga.
Aphrothena não pede que o leitor concorde com ela. Talvez peça algo mais difícil: que o leitor pergunte a si mesmo.
Porque uma resposta pode encerrar uma pergunta.
Mas uma pergunta verdadeira pode abrir uma vida inteira.
Aphrothena — Aquela que transforma desejo em pergunta.
Adquira o livro
Um convite à reflexão · 30 dias
E se você começasse a fazer perguntas que nunca teve coragem de fazer a si mesmo?
Um caderno para desacelerar, olhar para dentro e investigar o que existe por trás das suas certezas, medos, desejos e escolhas. Durante 30 dias, você encontrará perguntas provocativas, reflexões e exercícios de escrita para explorar quem aprendeu a ser, como se relaciona com o outro, como exerce sua liberdade e que sentido atribui à própria existência.
Não é preciso ter experiência com escrita ou filosofia: reserve alguns minutos por dia, escreva com honestidade e permita-se rever suas respostas. Este não é um teste nem uma fórmula de felicidade, mas um espaço sem julgamentos para reconhecer padrões, ampliar a consciência e fazer escolhas mais alinhadas com aquilo que importa para você.
O caderno é totalmente gratuito e está disponível para download em arquivo PDF.
E se você começasse a fazer perguntas que nunca teve coragem de fazer a si mesmo?
Caderno de Investigação Interior — 30 Dias de Perguntas | Éthos Nexum
Quantas vezes você repetiu escolhas sem entender por quê? Quantas crenças carrega sem saber se realmente são suas? E quantas vezes deixou de ouvir a si mesmo para corresponder às expectativas dos outros?
Este caderno é um convite para desacelerar, olhar para dentro e descobrir o que existe por trás das suas certezas, dos seus medos, dos seus desejos e das suas escolhas.
Durante 30 dias, você encontrará perguntas provocativas, reflexões e exercícios de escrita que ajudarão a explorar quatro dimensões da sua experiência: quem você aprendeu a ser, como se relaciona com o outro, como exerce sua liberdade e que sentido atribui à própria existência.
Não é necessário ter experiência com escrita ou filosofia. Você só precisa de alguns minutos por dia, um pouco de disposição para refletir e a coragem de ser honesto consigo mesmo.
Leia a pergunta, reserve um momento de tranquilidade e escreva o que vier à mente. Não procure respostas perfeitas. Permita-se questionar, discordar do que escreveu ontem e descobrir novas perspectivas. Ao final de cada semana, releia suas reflexões e observe o que começa a fazer sentido.
Este não é um teste, uma fórmula de felicidade ou um manual para dizer quem você deve ser. É um espaço seu, sem julgamentos, para reconhecer padrões, ampliar a consciência e fazer escolhas mais alinhadas com aquilo que realmente importa para você.
E o melhor: este caderno é totalmente gratuito!
Acesse www.ethosnexum.com.br, faça o download e comece hoje mesmo sua jornada de investigação interior.
Você não precisa ter todas as respostas para começar. Precisa apenas estar disposto a fazer a primeira pergunta.
Éthos Nexum — Perguntas que incomodam, conexões que transformam.
A pergunta que permanece: você está vivendo de acordo com quem realmente é ou com quem aprendeu que deveria ser?
Uma homenagem em forma de palavras
Esta dedicatória nasceu com a primeira obra. Mas o Éthos Nexum continuou caminhando.
Quando escrevi Canções para Pensar e Refletir, a dedicatória estava profundamente ligada àquela primeira experiência: aos artistas, músicos, compositores e intérpretes que fizeram parte da minha trajetória e cuja música despertou pensamentos, sentimentos e questionamentos. Era, portanto, uma dedicatória para uma obra que nasceu da relação entre música, memória e reflexão.
Mas uma obra acabou levando à outra.
Depois das canções vieram novas perguntas. E das perguntas nasceram novos caminhos.
Vieram reflexões sobre a existência, a fé, a religião, a consciência, a liberdade, o sentido da vida, os conflitos humanos e aquilo que aprendemos a acreditar.
Assim nasceram novas obras: O Que Aprendemos a Acreditar, Paulo para além da religião, Sobre a Bíblia e Bhagavad Gita — O Conflito Antes da Batalha.
Depois, a caminhada ganhou novas formas. O universo Éthos Nexum passou também a habitar a linguagem dos mitos, do desejo e da consciência com Os Mitos de Aphrothena — Entre o Desejo e a Consciência, uma obra em que a figura de Aphrothena nasce simbolicamente do encontro entre desejo e consciência, entre aquilo que sentimos e aquilo que fazemos com o que sentimos.
E, enquanto novas histórias surgiam, tornou-se necessário voltar ao princípio. Assim nasceu Éthos Nexum — A Gênese, uma obra que olha para a própria origem desse universo: as inquietações, perguntas, ideias e experiências que foram se conectando até formar uma linguagem própria.
De certa maneira, A Gênese não é apenas mais uma obra. É também um retorno à pergunta que estava presente antes de todas as outras: como nasce um universo de ideias?
Cada obra percorre um território diferente. Algumas investigam a fé. Outras atravessam a existência, o desejo, a consciência, a liberdade ou as relações humanas. Mas todas carregam a mesma inquietação: compreender o ser humano sem transformar perguntas em respostas definitivas.
Por isso, esta dedicatória também precisou mudar.
Não porque a primeira tenha perdido seu significado — ela pertence à história e à origem do Éthos Nexum. Mas porque hoje já não estamos diante de uma única obra, nem apenas diante de uma coleção de livros.
Estamos diante de uma caminhada.
Uma caminhada que começou com músicas e memórias, atravessou perguntas sobre aquilo que aprendemos a acreditar, passou pela religião, pela Bíblia, pela filosofia, pela existência e pelo conflito humano, encontrou em Aphrothena uma linguagem simbólica para falar do desejo e da consciência e, finalmente, voltou os olhos para a própria origem para compreender como tudo começou.
Dedico, portanto, estas obras a todos aqueles que, de alguma maneira, fizeram parte dessa caminhada.
Aos que permaneceram, aos que partiram, aos que ensinaram, aos que desafiaram e até mesmo àqueles que, sem saber, provocaram em mim perguntas que eu ainda não havia aprendido a fazer.
Aos livros que me ensinaram. Às músicas que me atravessaram. Às experiências que me transformaram. Às pessoas que deixaram marcas. E, principalmente, às perguntas que se recusaram a desaparecer.
Dedico estas páginas também àqueles que não se contentam com respostas prontas.
Aos que ainda possuem coragem para questionar, duvidar, investigar, mudar de ideia e olhar novamente para aquilo que acreditavam conhecer.
E, de maneira muito especial, ao meu filho, Davi Eduardo.
Que um dia, ao encontrar estas páginas, não procure nelas aquilo que deve pensar, mas aquilo que possa ajudá-lo a pensar por si mesmo.
Que encontre perguntas quando precisar de coragem para questionar, reflexões quando precisar compreender e liberdade quando precisar escolher seu próprio caminho.
Talvez esse seja o maior legado que um pai possa deixar:
não respostas para uma vida que ainda será vivida,
mas ferramentas para que o filho encontre suas próprias respostas.
A todos que fizeram parte dessa jornada, minha eterna gratidão.
Porque o Éthos Nexum não nasceu para encerrar perguntas.
Nasceu para mantê-las vivas.
E talvez seja justamente essa a sua história:
uma pergunta que encontrou outras perguntas pelo caminho e, ao conectá-las, tornou-se universo.
Éthos Nexum
Reflexões para uma vida mais consciente.
Nostalgia que cabe no bolso
Muito mais do que uma carteira: um pedacinho da história da música para levar com você. Criativas, resistentes e cheias de personalidade, nossas carteiras em formato de fita K7 despertam lembranças, iniciam conversas e chamam atenção por onde passam.
Elas acomodam cartões, RG ou CNH e ainda guardam aquela nota de dinheiro para quando ela fizer falta. São mais de 100 temas disponíveis, com artistas, bandas, filmes e referências nacionais e internacionais — uma opção diferente para uso próprio ou para presentear alguém especial.
Ao adquirir uma de nossas carteiras em formato de fita K7, você também contribui diretamente para o crescimento do projeto Éthos Nexum. Cada compra ajuda a viabilizar novos livros, reflexões, conteúdos, vídeos e iniciativas voltadas ao autoconhecimento, à filosofia, à música e ao desenvolvimento humano.
Obrigado por fazer parte dessa jornada.
Sua compra fortalece o projeto Éthos Nexum.







Novo produto Éthos Nexum
60 cartas. 6 caminhos. Talvez nenhuma resposta definitiva.
Um conjunto criado para provocar uma pausa no cotidiano e abrir espaço para observar, questionar e refletir com profundidade sobre a própria existência.
As 60 cartas percorrem seis temas: EU • O OUTRO • DESEJO • MEDO • TEMPO • EXISTÊNCIA. Cada uma traz uma pergunta provocativa e uma reflexão complementar — sem respostas certas ou erradas.
As cartas podem ser utilizadas individualmente, retirando uma por dia para reflexão; em conversas entre amigos ou casais; em grupos e rodas de conversa; em encontros filosóficos; ou como instrumento complementar para profissionais que trabalham com desenvolvimento humano, escuta e reflexão.
Embaralhe, escolha uma carta e permita que a pergunta conduza a experiência. Algumas respostas surgem na hora. Outras continuam trabalhando dentro de nós.
Não é um jogo para descobrir quem sabe mais. É um convite para descobrir quem você é quando começa a se questionar.Comprar as cartas no Mercado Livre
Manifesto musical Éthos Nexum
Uma música sobre despertar, reconstrução e a coragem de não voltar a ser quem fomos.
“Entre o ser e o existir, há um caminho dentro de nós.”
Algumas experiências terminam quando a música acaba. Outras continuam dentro de nós. Esta canção nasceu da ideia de que viver também é atravessar ilusões, questionar certezas e transformar aquilo que nos aconteceu em consciência.
Dê o play. Escute com calma. Talvez alguma frase encontre você no momento certo.
Trilha sonora do livro
Disponibilizamos no Spotify uma playlist com todas as músicas presentes no livro Canções para Pensar e Refletir, organizadas na mesma sequência da obra.
Assim, você pode ouvir cada canção quando quiser, acompanhar a leitura no seu próprio ritmo e revisitar as músicas que despertaram alguma lembrança, pergunta ou reflexão especial.
Clique no ícone ou no botão acima e deixe a música acompanhar sua jornada de reflexão.
“Não encontrei apenas interpretações sobre canções. Encontrei perguntas que eu evitava fazer a mim mesmo. Um projeto original, sensível e inteligente, que transforma músicas conhecidas em convites ao autoconhecimento.”
Exemplo de impressão de leitura.
“A obra Canções para Pensar e Refletir utiliza como pilares as correntes da Filosofia da Existência (Existencialismo), da Ética e da Filosofia da Mente, conectando-as à psicologia e à psicanálise. O autor Robson Félix utiliza as letras do rock e pop nacional como um espelho para as ideias de pensadores que investigaram as angústias, os desejos e a liberdade humana.”
Exemplo de avaliação crítica.